A média entre times participantes é de R$ 132 mil, mais que o dobro do orçamento do clube tocantinense que tem apenas R$ 60 mil para comissão técnica e atletas.
O Tocantinópolis tem uma das
menores folhas de pagamento entre os clubes que estão na disputa da Copa Verde.
A média da folha salarial dos participantes é de R$ 132 mil, mais que o dobro
do orçamento do time tocantinense que dispõe de apenas R$ 60 mil para pagar a
comissão técnica e os 20 atletas contratados. De acordo com o presidente do
Verdão, Paulo Victor Araújo, o time é barato, mas competitivo.
- Essa é a nossa primeira
folha que foi de última hora para disputar a Copa Verde. Ainda teremos mais
contratações antes do início do estadual - revela o dirigente.
Na Copa Verde o time com
maior folha de pagamento é o Paysandu com R$ 400 mil. O
Luverdense, primeiro
adversário do Tocantinópolis na Copa Verde apresentou um elenco de R$ 150 mil.
E para o presidente, encarar um time forte logo na primeira fase é um fator que
diminui as chances de classificação.
- Sempre entramos em uma
competição para fazer um bom papel. Mas tivemos o azar de pegar, logo de cara,
o time que considero o favorito ao título. A classificação ficou difícil -
desabafa.
Na partida de estreia, no
último domingo (8), o Tocantinópolis perdeu em casa por 2 x 1 e agora precisa
de uma vitória por mais de dois gols de diferença ou um gol a partir do placar
de 3 x 2. E se vencer por 2 x 1 a disputa será nos pênaltis. E o presidente
garante novidades no elenco.
- Perdemos a primeira, mas
jogamos com um zagueiro da base improvisado. E para o jogo no Mato Grosso
queremos contar pelo menos com um lateral esquerdo.
A partida de volta será no
próximo dia 22, às 17h horário de Brasília, no estádio Passo das Emas, em
Lucas do Rio Verde (MT).
Fonte: Globoesporte.com/Tocantins-
Fotos: Romario/agitustoc


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